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home office, freelancer, temporaria, SIM!
totalmente adepta ao estilo de vida free.

O que vocês acham de um estilo de vida mais livre para criar e desenvolver seus trabalhos? Vocês acham que vale a pena tentar?

Atualmente estar fisicamente num local de trabalho não significa que os nosso pensamentos e idéias estejam conectados a esse espaço. Podemos estar com a mente ligada a lugares inspiradores, meditativos, criativos ou apenas contemplativos. Ainda mais quando estamos num momento onde tudo isso é muito possível pela diversidade tecnologica em que nos encontramos.

Hoje estou dando esse passo, rumo a um estilo de vida que me conecte a todos esses lugares. Levo um notebook embaixo do braço e muita vontade de fazer isso acontecer.

e aí? vc pensa da mesma forma? que tal falarmos mais sobre isso?

www.silviabritto.com.br

Tags: designer, freelance, freelancer, home, homeoffice, office, silviabritto, webdesigner

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Respostas a este tópico

Silvia, o lugar físico ainda conta infelizmente. Mais do que isso, disciplina. O lance é cultural, e o buraco é mais embaixo.
Outro dia fiz um "laboratório" com a minha equipe criativa: passei os briefings e disse ao pessoal para trabalhar em casa e que as 18 horas nos conectaríamos para o primeiro "brainstorm". Bem, a maioria nem sequer "apareceu'. Quem o fez, nada de idéias. As desculpas: um passou mal, outro a tia teve problemas, outro a conexão tava ruim, o carro quebrou, e por aí vai. Eu ainda não acredito nisso, porque a maioria das pessoas não têm paixão pelo que faz. E culturamente trabalho é um fardo.

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Marcelo, entendo a sua opinião, mas não tive a intenção de relacionar a forma de trabalho "free" com falta de disciplina. Simplesmente quis associar a idéia de liberdade à criatividade. A liberdade, ao meu ver, pode muito bem estar ligada a um comportamento disciplinado, a regras e valores necessários ao desenvolvimento de um trabalho. Quando você deu o exemplo da sua equipe criativa, percebi que não funcionou, não por não serem bons profissionais, mas talvez por não estarem preparados para esse "formato" de trabalho. Por outro lado, acho que surgem profissionais interessados num modo de produção mais flexível e que sabem da importância e dos cuidados que devem ter com sua imagem para manter bons contatos e bons clientes. Esse é o diferencial. Se eu tivesse que concluir o assunto, diria que ambas as formas se complementam e ambas são possíveis.

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Gosto dece lance de liberdade mas pensando bem ela extremamente limitada infelizmente nem sempre ela funciona pelo ao menos para seres humanos acustumados a regras... e no caso do trabalho free concordo que a pessoa tem que ter responsabilidade o bastante para desenvolver pq não vai ter niguém olhando você e nem dizendo o que fazer isso muitas vezes limita o ser humano, ele precisa de presão...

abraçO

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Silvia,

Existe um meio termo possivel nessa equacao.
Acho que a minha situacao e mais ou menos um bom exemplo do que quero "ilustrar".
Atualmente sou socio criativo de uma agencia de comunicacao digital e trabalho tanto quanto qualquer outro na minha situacao ( mooooooooooooooooooito ), mas consigo ainda sim viabilizar todo esse esforco de uma maneira inteligente, produtiva e tranquilissima.

Fui nos ultimos anos diretor criativo de algumas das mais impotantes aqui do sul e trabalhei muito em SP para contas nacionais. Enfim ... Minha opcao depois de bons anos articulando alguns formatos de trabalho alternativos, foi me associar com uma empresa de producao de material digital, criando uma sinergia de trabalho que junta minha criatividade a capacidade de produzir material digital variado e de alta qualidade.

Hoje trabalho dentro da agencia uns 3 dias da semana, consigo ter um bom salario ( inclusive para o mercado de SP ) e uso os 3 dias que sobram ( isso inclui o sabado como dia util ) criando e planejando acoes de marketing para nossos clientes em casa, cuidando das plantas e das minhas 3 gatinhas. Nao raramente consigo frequentar a piscina as 3 da tarde nos dias mais bonitos.

Acho que se bem planejada ( a longo prazo ), uma carreira pode acabar nesse formato equilibrado entre trabalho e uma boa qualidade de vida. Acho que veremos cada vez mais formatos alternativos como esse funcionando super bem.

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Creio apenas no profissionalismo, resposabilidade, a pior prisão que existe é a mental, particulamento gosto de trabalhar, não importa meio físico, sou liberto desde minha gestação...
muita paz...
sucesso
t+

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Concordo Fábio.

Via de regra, cada PROFISSIONAL conheçe seus gostos e sabe exatamente qual o melhor modelo de trabalho (o melhor ambiente, a melhor hora, a melhor companhia, etc). Mas quem gosta de trabalhar, o meio físico acaba sendo indiferente. Hoje em dia com a pressão do dia-a-dia, acabou-se com o velho conceito das agências de propaganda, onde os publicitários pegavam suas pranchetas e iam para o parque "se inspirar".

Hoje em dia, ou você é profissional e trabalha indiferente do seu humor, indiferente do clima e do meio físico, ou não trabalha. A inspiração, o planejamento, a criatividade e os conceitos precisam estar no DNA de cada profissonal. A competitividade de hoje, não mais nos permitem grandes prazos para executar tarefas com tanta "flexibilidade".

Por isso, ainda defendo que o conceito Free, é totalmente diferente do conceito Agência. Não dá pra comparar. O nível de responsabilidade, atividade e cobrança dentro de uma agência é muito maior.

Posso estar falando besteira? Pelo menos é o que tenho vivivo nos ultimos anos.

Abraços,

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Besteira nao e, mas concordo em parte com o teu ponto de vista.
Durante mais de 15 anos trabalhei em agencias grandes, pequenas e nanicas, tendo todas elas em comum o nivel de pressao com que o criativo precisa gerenciar.

O caso e que tendencia e tendencia, e hoje funcionam melhor os formatos que buscam um meio de tornar a cobranca mais branda, que funciona baseada justamente na flexibilizacao do formato e na priorizacao do "humano". Nao e regra, mas ate entao todos os nossos "socios" ( todos eles possuem uma parte da agencia ) estao tao objetivados em fazer o melhor quanto os socios "de verdade", onde eu me encaixo.

Na verdade o que menos concordo no teu comentario e que os niveis de responsabilidade sejam diferentes. Essa cultura tem mudado bastante, lembro de ter inclusive lido alguma coisa a respeito no livro Microtendencias do Mark Penn, sobre essa coisa de trabalho remoto, free, formatos flexiveis ... enfim.

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O que disse à respeito de Responsabilidades, é o fato que algum colega já mencionou acima. É uma questão cultural. O brasileiro por sí só, em grande maioria, é desorganizado e tem dificultade em se auto-gerenciar.

Eu mesmo, já tive dificuldades com minha equipe, em combinar trabalhos "in home" e no outro dia, não aparecer nada. Não vou muito longe. Eu mesmo já "deixei pra depois", afinal, quem não fez isso que atire a primeira pedra :)

Não que isso atrapalhe o modelo Freelancer, pois cada pessoa faz a sua conduta e o seu profissionalismo, mas em grande maioria, aqui no Brasil, acredito que essa tendência (antiguinha já) demore um pouquinho pra pegar (pra variar um pouco)

=)

Abraços,

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Vamos interagir em uma rede só de freelancers, http://www.beans.com.br. Aguardo vcs lá. abs

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Oi, Sílvia, muito interessante sua pergunta, penso que no futuro esta forma de trabalhar não será considerada free, mas sim a forma comum. Principalmente para profissionais que desenvolvem trabalhos mentais e que portanto o local físico pode ser escolhido em acordo com a experiência preferida. Particularmente prefiro trabalhar em cafeterias e locais estéticos. Há alguns dados interessantes sobre este assunto. Existem testes de tendências comportamentais que esclarecem qual a preferência de cada pessoa quanto à sua forma de se energizar. As que preferem seu mundo interior são chamadas de introvertidas, as que preferem pegar a energia do mundo exterior de extrovertidas. As estatísticas destes testes mostram que aproximadamente 25% da população é extrovertida e 75% introvertida. Se pensarmos que até a década de 70 era comum vermos os departamentos das empresas organizados em salas individuais tanto quanto possível, observamos que os extrovertidos tinham um desempenho menor. Entretanto, com o surgimento das baias eles puderam literalmente explodir em termos de idéias e desempenho. Mas, os introvertidos em ambientes abertos como as baias perdem muito de sua performance. Portanto, é razoável supor que as empresas hoje não conseguem tirar tudo de seus profissionais porque não respeitam esta característica. Penso que o ideal é um ambiente misto: baias e salas de reunião de tal forma que nos momentos que os introvertidos precisarem de maior energia e concentração tenham as mesmas condições que os extrovertidos para ter uma experiência onde seu desempenho é maior. É evidente que ninguém é só extrovertido ou introvertido, temos ambas características em graus diferentes. Mas que as empresas perdem performance por ignorar este conhecimento é evidente.
Além disso, você poder escolher o ambiente onde trabalhar e coexistir com outras pessoas com preferências distintas será o grande desafio empresarial. Mas a verdadeira liberdade está em escolher responsabilizar-se por algo e neste sentido o profissional tem de evoluir para sentir-se inspirado por alguma coisa. Sem esta inspiração sempre precisará de alguém por perto para cutucar-lhe e lembrar-lhe que se ele não tem propósitos, as empresas possuem e eles vêm em forma de objetivos, prazos, alternativas e critérios para ação. A idéia de que trabalhar é ruim é muito atrasada, hoje há mais alternativas do que fazer do que jamais houve no passado, não é possível que alguém não encontre algo que não lhe seja inspirador. Mas, tem de procurar, é o mínimo que se pede.
Valeu pela pergunta instigante.

Abraços,

Silvio

PS Sobre o teste de comportamento que falei (MBTI) - ver em www.myersbriggs.org/
PS2 Se quiser saber qual é sua preferência, faça o teste em - www.inspiira.org/

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Siiiiiimmmmmmm. Essa foi primeira resposta que veio a minha mente, ontem mesmo estava lendo sobre isso, aqui: http://tinyurl.com/cgmc3s e faz uns dois meses li um artigo grande na Wired ou Fast Company falando disso e mostrando o quantos todos ganhamos com isso, empresas e colaboradores.
É muito simples, liberdade vem acompanhado de responsabilidade e isso é em qualquer área da vida.
Disciplina é uma questão de treino e a tecnologia só tem sentido se for para melhorar a nossa vida.
Ser um robozinho da 9h às 18h, só tem sentido para quem gosta de seguir o rebanho e prefere não ter o trabalho de criar uma nova realidade para si mesmo.
Por isso, siiiiiiiiimmmmm, é possível ser feliz trabalhando fora do formato, ou melhor, é provável que seja muito mais feliz assim.

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Olá Silvia, lembrei do teu post porque faz uns dias que um amigo que conhece a minha busca insana, na verdade muito sana, por um estilo de vida fora do formato me enviou este site que é simplesmente fantástico. É a prova de que com planejamento e determinação dá para criar um modo de vida alternativo. Existem também estes outros dois que são bastante inspiradores Escape from the cubicle nation e o famoso Tim Ferris Ótimas referências para quem quer viver a vida da maneira que sempre sonhou e sem medo das opiniões alheias. Espero que gostem.

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